4 – Meditação Mindfulness

– A maior parte do tempo, a nossa mente vagueia duma maneira veloz, sem que isto acresça bem estar, concentração, tranquilidade ou qualquer tipo de mais valia. É necessário aprender a centrar e descontrair a mente, mesmo em situações de stress num mundo, onde o modo de acção é demasiadamente rápido e extenuante e “parar é morrer”.

– A mente deve ser observada, da mesma maneira como faço quando olho para uma flor que cresce. Este hábito continuado, requer conhecimento, treino e disciplina. Só assim, é possível haver plenitude dentro do nosso ser.

– Para a prática de meditação, não é necessário seguir crenças particulares ou religiosas, não altere o estilo de vida porque com a continuação da prática de meditação, ele altera por si só… para melhor!

– O auto-conhecimento e expansão da consciência individual, tornam-se assim, uma realidade a seguir sem retorno.  Os benefícios da prática de meditação em relação ao nosso equilíbrio mental e físico, são amplos e profundos, tendo um impacto naturalmente visível.

A meditação ajuda:

– A acalmar a mente;

– Equilibrar as emoções;

– Superar dores crónicas;

– Combater o stress, ansiedade e a depressão;

– Dormir melhor;

– Mais concentração e foco.

INVESTIGUE… INVESTIGUE-SE!


 

Acerca da meditação – das minhas diversas leituras acerca da meditação, sem menosprezo por qualquer uma, esta é a que melhor me parece definir a sua simplicidade, beleza e utilidade. Boa leitura. Vanda Cardiga.

“A satisfação e o prazer podem comprar-se, por um preço, em qualquer mercado. Mas não podemos comprar, seja para nós ou para outrem, a felicidade autêntica e profunda. A satisfação, tal como o prazer, prendem-nos ao tempo; só na total liberdade interior, a felicidade intemporal, que é a beatitude, existe realmente.

A meditação não é a busca do prazer ou a procura da satisfação. É um estado da mente no qual não existe nenhum conceito nem fórmula, havendo portanto total liberdade. Só a uma mente assim vem a beatitude, aquela serena e profunda alegria – e vem sem ser procurada, nem convidada a vir. Quando está presente, embora possamos viver no mundo, com todo o ruído e agitação, com todo o prazer e brutalidade, nada disso afectará a mente. Quando ela está presente, o conflito cessa – mas o findar do conflito não é necessariamente a total liberdade interior. A meditação é o movimento da mente nesta liberdade. Nessa explosão de serena alegria os olhos tornam-se inocentes, e o amor vem, então, como uma bênção.

Não sei se alguma vez repararam que, quando estão totalmente atentos, há interiormente completo silêncio. E nessa atenção não existe nenhuma fronteira, nenhum centro, ou seja, nenhum “eu” que esteja atento. Essa atenção, esse silêncio, é um estado de meditação.”

Retirado do livro: Meditações; Autor: J. Krishnamurti
Nascimento: 12 de maio de 1895, Madanapalle, Índia;
Falecimento: 17 de fevereiro de 1986, Ojai, Califórnia, EUA


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