16 – A TORRE

TAROT – CARTA DO DIA

A TORRE – ARCANO XVI

Características Positivas: – Início dum ciclo; – Orgulho; – Destruição das situações ilusórias; – Desapego; – Libertação; – Reconstrução da realidade.

Característica Negativas: – Fim dum ciclo; – Orgulho exacerbado; – Situações ilusórias; – Rompimento; – Fim necessário; – Falso ego; Fé na eternidade da torre; – O nosso mundo rui.

É conhecida como “A Casa de Deus”, representa destruição das velhas formas, onde todas as repressões se traduzem em explosões, quase sempre violentas, que trazem o que precisa ser renovado do inconsciente. Aquilo que já não serve para o propósito evolutivo da alma é eliminado. Com a Torre as falsas identidades e identificações são eliminadas, ela trabalha nos níveis internos, tudo o que é fantasia fica para trás. A forma é destruída para atingir um novo equilíbrio, esta destruição é necessária quando o sistema físico atinge o seu ponto máximo de tensão interna, dando-se a libertação das amarras da matéria. O ser humano alienado, preso a torres, edifícios, com gestos repetidos e sem sentido, vê os projectos, fantasias, todo o tipo de ilusões derrubados e sem distracções, pode finalmente ter contacto com a realidade e consigo mesmo.

Sem retorno, dá-se a ruína do que é velho, abrindo deste modo, espaço para o que é novo. A aceitação de que não existe nenhuma fortificação eterna é evidente e a aprendizagem e adaptação deve ser imediata. A recusa em ver a realidade não deve existir, a viagem deve ser prosseguida com um entendimento acerca de si, da situação, do que o rodeia e, de que os acontecimentos sísmicos a acontecer são necessários, novas experiências surgirão renovadas, inspiradoras e libertadoras.

16 – A TORRE

TAROT – CARTA DO DIA

A TORREÉ uma carta também conhecida como “A Casa de Deus”. Representa destruição das velhas formas, é um caminho horizontal e equilibrado no mundo da personalidade. Se o quatro representa a estabilidade, a estrutura material, o seu quadrado, 4X4 dezasseis é o número da destruição das formas, da ordem estabelecida, que reduzido é igual a sete (1+6), o que coloca a Torre em relação com o Carro, que tem, este último, a haver com disciplina, autocontrole e domínio das energias instintivas. Na Torre esta repressão traduz-se em explosões quase sempre violentas que trazem o lixo tóxico do inconsciente para ser resolvido. Os acidentes e doenças são consequência deste processo e são sinal que a nossa relação com o íntimo deve mudar. Aquilo que já não serve para o propósito evolutivo da alma é eliminado. Com a Torre as falsas identidades e identificações são eliminadas, ela trabalha nos níveis internos, tudo o que é fantasia fica para trás.

Relativamente à Morte, na Torre a destruição é mais devastadora, mais extensa e explosiva, seguida duma libertação e alívio, ou então, pelo pior, uma experiência de perda muito dolorosa.